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Educação
O ESTUDO BASEADO EM PROBLEMAS NA FACULDADE AGES:
algumas reflexões positivas nos cursos de Direito e Enfermagem
*Jailson Almeida Conceição
A sociedade vive, indubitavelmente, um momento singular no marco da história: a velocidade das informações. As ciências têm vivido um progresso espantoso e, com elas, todos aqueles que vivem na academia sentem-se compelidos a seguir o curso do desenvolvimento acelerado de novas concepções, criação de paradigmas, inventividade, em busca de um melhoramento em todos os níveis, particularmente no âmbito educacional.
A Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – Ages insere-se neste cenário, robustece seu caráter de fazer-se ciência (com) ciência, despontando como uma das mais promissoras Instituições deste país, apesar de um curto período de criação. Sua história se deu no ano de 2001, quando foram implantados os cursos de bacharelado em Ciências Contábeis e Licenciatura em Letras Vernáculas e, ao longo dos anos, os demais cursos foram criados como Pedagogia, Administração, Direito, Enfermagem, Educação Física e Psicologia, respectivamente. Naquele ano, não se previa que, frente à diversidade tempo-espacial, houvesse possibilidade de, em menos de 8 anos de existência, consolidar-se no campo da construção de saberes fincados nas mais significativas teorias do conhecimento e alargando-se na construção de um projeto de revitaliza aquilo que se tem perdido na busca incansável pelas pesquisas de ponta, tecnológicas: a humanização.
O enfrentamento dos obstáculos em todos os níveis, principalmente na sua localização, ou seja, a Faculdade Ages localiza-se numa cidade do interior da Bahia, Paripiranga, com fronteira com Sergipe, margeada pela seca e com os agravos bem peculiares desse tipo de clima e localização. Mesmo diante de tudo isso, o impulso de uma gestão marcada pela participação, criatividade, busca de novos desafios para acelerar o progresso da cidade e da região Centro Sul de Sergipe e Nordeste da Bahia tem se mostrado como bastante exitosa. Os destaques no ENADE e na avaliação do MEC – Ministério da Educação para aprovação dos cursos, inclusive o de Psicologia que funcionará no próximo ano, fizeram com que a Faculdade Ages inscrevesse seu nome na história como uma Instituição séria e comprometida com o saber e o conhecimento científico. Isso é tão verdadeiro que seu gestor, Prof. Wilson dos Santos, nas suas viagens ao exterior, experiencia práticas pedagógicas em países como EUA, os da Europa e da América Latina e verifica que nossas construções acadêmicas, projetadas nas mais avançadas pesquisas em todos os campos, têm estado lado a lado , não devendo nada às Instituições do mundo.
Essa marca de sucesso se renova quando a Faculdade Ages implementa, o Estudo Baseado em Problemas – PBL (Problem Basead Learning) cujo método de ensino, aplicado primeiramente nas ciências médicas, fundamenta-se nos pressupostos epistemológicos que remontam à história das investigações da Psicologia no tocante ao desenvolvimento maturacional do ser humano e dos processos de aprendizagem. No seu bojo, sustentam-se as teorias construtivistas da aprendizagem cujo foco é autonomia de aprender por parte dos acadêmicos. Há, nesta aplicação metodológica, uma resistência, exatamente pela novidade e nós temos muito receio do novo porque demanda maior dedicação, desafio, medo de errar, enfim, aquilo que é próprio do ser humano: acostumar-se às práticas obsoletas que deram certo no passado, mas que, infelizmente, não dão conta do universo de desafios que se nos apresentam no século XXI.
Assim, inspirada nas experiências de grandes centros acadêmicos do mundo, a Faculdade Ages segue seu curso apoiada por adoção dessa metodologia ativa empregada largamente na UFCar, UEL, FAMEMA, UESC e muitos outros centros de excelência de educação superior deste país na busca de viabilizar uma aprendizagem mais significativa para o aprendiz, voltada para a realidade vivida pelos estudantes que exigem, cada dia mais, maior autonomia na busca e (re) construção do conhecimento científico com vistas a mudar a realidade nos seus poliformes aspectos.
A proposta inicial de implantar a PBL nos cursos de Direito, inicialmente, no ano de 2007, mostrou-se desafiador para todos os envolvido por vários motivos já explicitados anteriormente, mas vale ressaltar, aqui, um considerado crucial: a resistência de alunos e professores. Hoje, após um ano de assimilação da nova metodologia discutida em reuniões acadêmicas e acompanhamento semanal, os professores traziam, discutiam e encontravam subsídios que consolidaram a aplicação da PBL. O objetivo precípuo dessa metodologia é humanizar os profissionais que têm como maior desafio de intelectuais e de pesquisadores deste século: reinventar um conhecimento que tenha feições de beleza, reconstruir uma ciência que tenha sabor de vida e cheiro de gente, num século necrófilo, que se especializou na ciência e na arte da morte, da guerra e da destruição. Além disso, precisamos formar profissionais dentro de um panorama que possibilite a sua intervenção paritária nos problemas do mundo, da sua profissão, com uma prática humanística dentro da profissão escolhida.
- Modelo Pedagógico dos Cursos de Direito e Enfermagem
- Direito é uma das profissões mais tradicionais no país. Por isso, romper a velha tradição de um conhecimento mnemônico, livresco, repetitivo e retórico é um desafio para quem ensina e quem aprende. Diante disso, para implementar essa nova metodologia ativa – PBL, os professores tomaram ciência do que se tratava, mesmo porque, na sua formação de graduação e de pós, não receberam orientações da área pedagógica, como dar aula, o que significa metodologia de aprendizagem, enfim, discutir e fomentar práticas metodológicas que facilitem aprendizagem e que o ensinar não é apenas um repasse mecânico de conteúdo. O outro desafio para os docentes diz respeito ao ensino, nesse cenário, de um aprender por competência. Daí demanda um novo estudo baseado em autores da educação que referendam essa concepção como Piaget, Saviani, Komatsu, Bordenave, Perrenoud e tantos outros.
No trabalho pedagógico, a essência metodológica de ensino deve ocupar um espaço singular na formação dos docentes, pois fornece apoio técnico para o desenvolvimento do trabalho mais consistente, engajado com a nova proposta da IES, além de servir como referencial para a condução de uma política pedagógica que vê o educando como um cidadão inscrito sócio-historicamente.
O ensino e aprendizagem no curso de Direito e Enfermagem exigem uma postura do docente que precisa perceber a relação professor-aluno / transmissão e assimilação numa dialética constante, alicerçada na reflexão crítica, vivencial de uma prática jurídica que explicite maturidade para o enfrentamento das situações cotidianas. A Universidade precisa enxergar a realidade como passo inicial para, a partir daí, construir seus casos, situações-problema, tornando mais significativa a aprendizagem. Como diz Rubem Alves, o saber precisa ter sabor.
Nesse contexto, o trabalho com a metodologia ativa – PBL exige um maior direcionamento das propostas que comparam o conhecimento instaurado com o científico aplicado na resolução de problema quer real quer de papel. Isso com certeza traz, para o universo dos professores, a dificuldade de traduzir seus conteúdos em competências em casos bem construídos em que estejam ancorados os seguintes princípios:
- Devem conter uma descrição neutra de um acontecimento ou conjunto de fenômenos que necessitam de explicação em termos de processo subjacente, princípios ou mecanismos.
- Devem conduzir a uma atividade de resolução de problemas pelos estudantes.
- Devem ser formulados de uma situação tão concreta quanto possível.
- Devem ter um grau de complexidade adaptado ao conhecimento prévio de cada estudante.
Além disso, os passos na resolução de problemas devem ser seguidos, não de maneira rígida, mas de forma que permita um transitar de novos olhares para o construto de um saber relevante, que propicie, primordialmente, o saber prévio dos alunos para que estes se sintam autores de seus pensamentos, das idéias construídas.
Na concepção contemporânea, o PBL tenta corresponder às necessidades e aos paradigmas da aprendizagem fundamentados na tônica do aprender para a vida, para o enfrentamento dos problemas a que a vida nos impõe. Na construção de um trabalho pedagógico consistente com a metodologia ativa – PBL, há que se rever também o currículo integrado que articule trabalho/ ensino, prática/ teoria e ensino/ comunidade, com fusão das disciplinas científicas em eixos temáticos. O estudo baseado em problemas fundamentar-se-á na realidade com implicações em pesquisas, discussões em equipes para a sua resolução, além disso, a compreensão e aquisição do conhecimento, inserção dos acadêmicos em situações reais da profissão e a avaliação constante da metodologia diferenciada devem ser os passos decisivos de que precisamos estar atentos. Não devemos esquecer ainda que as relações entre trabalho e ensino, problemas e hipóteses de soluções devem ser o envoltório para que as características socioculturais do meio em que esse processo se desenvolve não esteja de fora.
A avaliação dos acadêmicos cuja formação deu-se através da PBL demonstra que eles desenvolvem a independência, retêm por mais tempo os conhecimentos aprendidos e elaboram uma postura inquisititiva de estudo permanente. Por tudo isso, vale a pena experimentar o desafio constante de elaborar novos planos de aprendizagem, pois disso depende o seu sucesso na vida profissional.
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* Professor de Lingüística e Língua Portuguesa da Faculdade AGES, Paripiranga-BA.
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POR QUE SER CONTRÁRIO À ENERGIA NUCLEAR?
22.07.2008
Carlos Eduardo Silva*
Por que não resolvemos o problema da superpopulação do planeta matando pessoas? Por que não vivemos todos em cabanas sem gastar energia? Por que não vamos todos de uma cidade para outra usando um jegue? Por que não devemos proliferar a energia nuclear? Respondo: PORQUE TEMOS OUTRAS ALTERNATIVAS!
Alguém lembra como surgimos neste planeta? Plantas e animais nos dão exemplos desde os tempos remotos. Todos os seres na maioria absoluta dos ecossistemas existentes na Terra utilizam de forma direta ou indireta a Energia Solar. Pergunto-me quase todos os dias, o porquê de sermos a única espécie a gerar resíduos que não são utilizados por outros seres, e por que ignoramos a maior fonte de energia que temos disponível, o Sol. Sem falar na dinâmica das marés, neste nosso vasto litoral. Quase me esqueço de outra alternativa, aquela que sozinha tem um potencial de 143 GW, maior do que o consumo total atual do nosso país, o poder dos ventos, que teve sua potencia divulgada pelo próprio Governo Federal através do Atlas Eólico.
Anteriormente, falei sobre resíduos, infelizmente os humanos geram resíduos que outras espécies não podem utilizar em sua cadeia natural de sobrevivência, no entanto, nós humanos evoluímos e estamos reduzindo, reutilizando e reciclando. Infelizmente, existe um resíduo que nem mesmo toda sabedoria humana conseguiu destinação e utilização segura, o Lixo Nuclear.
Alguns políticos e empresários sergipanos afirmam que a Energia Nuclear é limpa pelo simples fato de não advir do petróleo ou do carvão, isso é uma falsa afirmação, pois ela produz lixo radioativo que permanece perigoso para a saúde humana e para o ambiente por centenas de milhares de anos. Hoje, mais de 60 anos desde o início da operação dos reatores nucleares, não há solução segura para esse material extremamente perigoso. Assim, ela é suja, e não limpa.
Alguns “cientistas”, mais especificamente de algumas ciências exatas, os mesmos que excluem os seres vivos dos seus cálculos, pelo fato de não conseguirem compreender as dinâmicas da vida, afirmam que o REATOR é extremamente seguro, e por isso o risco de acidentes é nulo. Essas pessoas esquecem que o transporte de combustível nuclear passa pelas maravilhosas estradas brasileiras, ou pelos aeroportos onde nunca acontecem acidentes. Elas esquecem que no Brasil, muitas obras são feitas pela Galtama, como também esquecem que depois de utilizado, o combustível vira resíduo nuclear, e os locais de armazenamento deste lixo não têm a segurança do REATOR, passível de ataques terroristas, ou até de um simples erro na licitação corrupta.
Mas lembrem que os espertalhões dizem que é uma energia barata, uma verdadeira pechincha! Iremos construir uma usina nuclear pela bagatela de 5 milhões de reais, incrível! Agora, eles esquecem de informar ao povo, que o tempo de vida da usina é de 40 anos, e que o custo de desativação é três vezes mais caro, e mesmo depois de desativada, sem gerar energia, o lixo vai continuar no seu quintal.
É certo que as pesquisas sobre elementos atômicos trouxeram benefícios à humanidade, exclusivamente em sua aplicação na saúde, onde pudemos diagnosticar com mais precisão diversas patologias. Mas não podemos esquecer que fora essa exceção, todas as vezes que usamos a tecnologia nuclear o povo sofreu. Lembrem-se do enriquecimento de Urânio e de sua utilização em Hiroshima e Nagazaki, lembre-se do medo que todo cidadão sente quando lembra dos diversos foguetes que estão nas mãos do Bush e do ditador Coreano.
Não poderia deixar de citar os acidentes de Chernobyl (1986) e de Three Mile Island (1979), sem falar do maior acidente radiológico do mundo, ocorrido em Goiânia (1987), com o Césio 137.
Por todos esses simples motivos eu sou contrário à energia nuclear e peço PAZ! Vamos evoluir! Vamos olhar para frente e ver um futuro melhor, e juntos construiremos uma sociedade sustentável.
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*Professor universitário, graduado em Administração, especialista em Planejamento e Gestão de Projetos Sociais, fundador e atual presidente do Conselho Diretor do Instituto Socioambiental Árvore.
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Faculdade AGES:
Maior pontuação no ranking das melhores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil
Rusel Barroso*
Quem participa do projeto da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, da Bahia, não fica surpreso com a excelência dos seus resultados. Mesmo localizada no Polígono da Seca, numa singela cidade do interior, a 360 km de Salvador e a 110 km de Aracaju, a Faculdade AGES, como afetivamente chamada pelos alunos, é, sem dúvida, motivo de orgulho para baianos e sergipanos que se somam em prol do desenvolvimento da região, sobretudo voltado à qualidade de vida das pessoas. Essa Instituição, que hoje acolhe mais de 20 municípios do nordeste da Bahia e centro-sul de Sergipe, foi outras vezes avaliada pelo sistema oficial do MEC com resultados de Maior Média Nacional em Ciências Contábeis; 1ª do Nordeste e 2ª do Brasil, no curso de Letras; e única a obter o conceito 5 no curso de Normal Superior, na Bahia. Agora, classificada com IGC de 392 (contínuo) e 4 (faixas) no “Ranking das Melhores Instituições de Ensino Superior”, o que lhe confere o 1º lugar no Nordeste, Norte e Centro-Oeste, 16ª colocação entre as Faculdades do Brasil e 22º lugar entre todas as Universidades e Centros Universitários do país, consolida seu comprometimento com a Educação de Qualidade, aliada a uma mensalidade possível para os estudantes de uma região carente, tudo isso graças a um trabalho de gestão participativa que transcende as barreiras de um Brasil que luta pela igualdade social.
Em sua implantação, a Faculdade AGES já dava sinal de que seria referência na região, mas os envolvidos no projeto (alunos, professores, funcionários e gestores) foram mais além, compreenderam que ao lançar a pedra da AGES, ali nasciam idéias de vanguarda para hoje se tornar um Centro Acadêmico de Referência Nacional.
Mas o Brasil deve estar se perguntando: qual o segredo para tanto sucesso? E os agianos respondem: a singularidade do Projeto Político Pedagógico, a partir do Planejamento Participativo em Comitês Gestores; avaliações formativas, classificatórias e institucionais; currículo orientado por competências profissionais, habilidades e atitudes; formação integral e humanística do estudante; espírito acadêmico, que prioriza o ensino, a extensão, a produção e o envolvimento em eventos acadêmicos e, somado a isso, um corpo docente com titulação compatível com as Diretrizes Curriculares do MEC; educação permanente para práticas docentes inovadoras, metodologias ativas, PBL, Teoria da Problematização, análise de situações-problema / estudo de caso.
Vale ressaltar, que o êxito da Faculdade AGES não se revela apenas nos exames do MEC, mas também nas conquistas de destaque pelos egressos da graduação e pós-graduação, cujas aprovações em concursos apontam as primeiras colocações em diferentes estados, bem como a ascensão profissional de seus acadêmicos em escolas de referência e grandes empresas.
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*Escritor e pesquisador, Membro da Associação Sergipana de Imprensa
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O existir e o cuidar da vida coletiva
Rodrigo Pereira*
Estamos vivendo em uma das estações mais frias do ano: o inverno, que como todo mundo deve saber, este ano, em boa parte do nordeste, veio de forma intensa e nos obriga a ceder à tentação de entrar nas lojas bonitas e bem organizadas da cidade (que sabem como prender nossos olhos) para ver e acabar comprando roupas de toda a sorte de cores, formatos e preços... A estação do frio traz também, inversamente, o calor que toma conta dos corações eufóricos, envolvidos diretamente com a corrida ao “Parlatório”. Época de evidenciar as paixões, as crenças, as convicções políticas que ajudam cada vez mais, a construir o desenho de um país livre e democrático.
Não é fácil imaginar um sonho do tamanho do Brasil, sendo consolidado em apenas uma década ou duas. O sonho de uma democracia real e efetiva foi pensado séculos atrás, precisamente com os antigos gregos que imaginavam a cidade (a pólis grega) como espaço de vida, sobrevivência e tolerância entre os cidadãos. Se tivermos como referência a sociedade contemporânea, o erro dos gregos estaria na defesa de todos estes ideais para os “cidadãos”, mas quem eram os cidadãos daquele período? Se você pensou em todos os que viviam na cidade, infelizmente pensou errado. No mesmo espaço estavam grupos étnicos variados e sob os auspícios de uma possível raça ariana primitiva, os outros de cor, credo, origem... não eram os cidadãos. Portanto, eis o retrato de uma democracia para alguns poucos.
Desse período, além de herdarmos a noção básica de democracia, trouxemos para o século XXI os ensinamentos sobre República. Sobre esse conceito, grandes intelectuais do passado escreveram e pensaram formas de sua manifestação. Temos, porém, para os nossos dias, a lição maior que deve ser reeditada sobre República, ou sobre o seu sentido, sua tradução mais laica e mais objetiva: os interesses privados devem dar lugar aos interesses coletivos e estes devem servir, irrestritamente, de reflexo da coletividade.
Escrevi, não tem muito tempo, algo parecido com estas noções de política e seus determinantes, dentro de uma sociedade democrática e com diretrizes republicanas e ao mesmo tempo alertava, meses atrás, sobre a necessidade e a responsabilidade de pensarmos estes princípios e tê-los como referência para a nossa existência social.
Nesse momento, vem a mim uma pergunta inconveniente que, por vezes, não me deixa dormir. Eis a dita: viver coletivamente... é possível?
Todos irão concordar que sim. No entanto, viver coletivamente nos impõe pensar não mais em fazer aquilo que eu penso ser correto ou mesmo que eu faça aquilo que sentir vontade. Viver com os outros, existir socialmente é também abdicar da vontade particular e internalizar progressivamente, a vontade coletiva. “O que é bom para todos deve ser bom para mim!” Essa é uma máxima e o imperativo. Mas, esperem um pouco... quem vai cuidar desta vontade geral? E quem é que vai decidir sobre este “bom para todos”? Pois é, essa é a pergunta que teremos que responder daqui a alguns meses quando vamos decidir sobre quem vai ser o “cuidador” do desejo, da necessidade... do que é importante para o povo. Eia a grande tarefa do líder político, anterior a todas as outras: Não é administrar o poder, mas a de formar um povo. E um povo se forma quando as pessoas tomam consciência da beleza e da bondade que nelas existe e a função dessa existência: existir solidariamente.
Observando o cotidiano da cidade, percebo encontros de várias gerações pensando e discutindo sobre os rumos da cidade, no entanto, é possível identificar que os jovens possuem um poder de decisão muito grande. Nas escolas, nas praças, nos bares, nas igrejas eles se encontram e precisam dedicar-se à reflexão. É hora de sair de uma perigosa inércia e lançar-se à análise, à demonstração de amor pelo Município e esperar o mês de outubro, nunca dantes tão desejado.
Que todos tenham saúde suficiente para viver bem esse processo de eleição e que no final dele prevaleçam a solidariedade, o apoio, a tolerância e o sonho de ver o crescimento e desenvolvimento constante dos municípios e da região.
Fica uma dica para aqueles que querem entender, levemente, lições sobre liderança e poder: assistam, leiam as histórias contadas por George Orwell, que escreveu no início do século passado, o livro 1984 e junto a esse, Orwell escreveu um livrinho bem pequeno, uma fábula que até as crianças entendem, Animal Farm (em português A revolução dos bichos) que é uma delícia de clareza, sutileza, humor e terror: lições sobre o poder, sobre estratégias de liderança, mas também lições sobre cuidado com o espaço de vida comum e com os atores desse grande palco chamado vida social, vida coletiva.
*Coordenador do Colegiado de Pedagogia da Faculdade AGES
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Preaparativos para Formatura - Curso de Administração
Comissão de Formatura nomeada na 1ª reunião
Nathália
Antônia
Nailda
Leandro
Tiago Ribeiro
Orlando
Raquel
Quênia
P.S.: Aguardando confirmação de data para o 2º encontro da Comissão e de interessados
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Publicação a pedido do Departamento de Monografia da Faculdade AGES
Em caso de dúvida, enviar e-mail para oaci@infonet.com.br
LagartoNet
Atenção!
Data limite para fechamento completo da monografia:
até 30/12, com entrega de 03 cópias em espiral.
1º grupo de apresentações:
Defesa nos dias 11 e 12/12
(para os alunos que finalizarem o trabalho até 04/12 com entrega de 03 cópias em espiral no dia 05/12)
2º grupo de apresentações:
Defesa na 1ª semana de início do semestre (para os alunos que finalizarem o trabalho até 30/12, com entrega de 03 cópias em espiral no dia 31/12)
ENCONTROS DE MONOGRAFIA
- Alunos separados por núcleos de pesquisa.
- Cada grupo em sala diferente para debate sobre o assunto já construído pelos discentes.
- Neste semestre, há dois grupos de monografia: Grupo A: concluíram o 8º período (parcial ou totalmente) – semestre 2008.1 e Grupo B: iniciando 8º período – semestre 2008.2.
GRUPO A – ALUNOS 2008.1 (concluíram 8º período - parcial ou totalmente)
- CIÊNCIAS CONTÁBEIS
PROFESSOR |
DATAS |
HORÁRIO |
Augusto / Jaldemir |
16/08; 30/08; 27/09; 25/10; 22/11; 13/12 (sábado) |
Matutino |
Marcos Antonio |
15/08; 29/08; 26/09; 24/10; 21/11; 12/12 (sexta) |
Noturno |
Prof. Augusto - orientador*
Davi Marcos
José Fábio
Paulo Fontes
Manoel Franklin Santana
Josefa dos Santos
Paulo César Menezes Nascimento
Raimundo da Silva Carvalho Júnior
Antônio Carlos dos Santos Júnior
Auricélia Santana de Carvalho
José Reginaldo de Andrade (Adm)
Everton Oliveira Santana (Adm)
Obs.: Os professores Marcos Antônio e Augusto César deverão verificar os temas e linha de pesquisa dos trabalhos de Ciências Contábeis e, se desejarem, proceder com a permuta de orientandos. Nesse caso, comunicar no Gabinete Adjunto ou para o e-mail: oaci@infonet.com.br
Alertamos aos alunos que a ausência a dois encontros leva à reprovação na Monografia.
Atenção!
O acadêmico Renato (de monografia iniciada no semestre anterior) deve ser acompanhado pelo Prof. Lucas.
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Prof. Marcos Antonio - orientador*
Simônia Santos
Gilberto Silva
Josefa Kátia Alves
Riedla Almeida Santos
Diego Collin Oliveira Santos
Irandir Dionísio Santana
Genilson Gomes do Nascimento
Adriano da Silva Andrade
Raul de Menezes
Ariana Macedo Moreira
Ramon da Silva Lima
André Rodrigues de Matos
Maria Muriel Araújo de Jesus
Paulo Fontes dos Santos Júnior
José Edson Anunciação Santos Júnior
André Rodrigues de Matos
Délio Moreira Caldas
Nadja Santos Pereira
Hugo Leonardo Carvalho Santana (?)
*Os professores Marcos Antônio e Augusto César serão auxiliados pelos colegas Lucas e Marcos Domingos, na condição de co-orientadores dos trabalhos sugeridos por eles, enquanto titulares da orientação.
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- LETRAS
PROFESSOR |
DATAS |
HORÁRIO |
Jailson |
30/08; 13/09; 04/10; 08/11; 06/12; 10/01* (sábado) |
manhã |
Glaydston |
15/08; 29/08; 26/09; 24/10; 21/11; 12/12 (sexta) |
Matutino |
Sebastião |
23/08; 06/09; 04/10; 08/11; 06/12; 10/01* (sábado) |
Vespertino |
Gilza |
15/08; 29/08; 26/09; 24/10; 21/11; 12/12 (sexta) |
Matutino |
*A combinar com o professor.
Prof. Jailson
Edna Santana de Souza Prado
Ivanilde Nascimento Santos
Maíza de Souza Castro
Renata Soraia S. Souza
José Rivas Pinto
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Prof. Glaydston
Josefa Alcione de Andrade
Ana Rita Santana
Maria Cláudia Rodrigues da Palma
Maria Nicelma Leite da Silva Almeida
José Ramildo dos Santos
Maria Creuza Conceição de Jesus Oliveira
Juliana Borges
Angelo Andrade Matos
Josenilda do Carmo Batista
Raizete Dias Santana |
Prof. Sebastião
Lusinete Rosalva Santana
Joseane Carvalho de Andrade
Andréa Vieira dos Santos
Maria Dalva de Jesus dos Santos
Verailde Araújo dos Santos
Maria José Souza Reis
Ariadna dos Santos
Josefa Cruz dos Santos |
Profª. Gilza / Prof. João Freire
Maria da Graça Santos Mota
Edicleide Xavier dos Santos
Sabrina de Jesus Silva
José Evandro dos Santos
Renata de Carvalho Santos
Erinaldo da Conceição Bispo
Maria Sirlene Santana Souza
Rojane da Silva Carvalho
Maria Auxiliadora Santana
Maria de Fátima Silva Miranda (Letras 2008.2)
Eribaldo Batista dos Santos |
- NORMAL SUPERIOR
PROFESSOR |
DATAS |
HORÁRIO |
Sebastião |
14/08; 28/08; 11/09; 23/10; 20/11; 11/12 (quinta) |
Vespertino |
João Freire |
14/08; 28/08; 11/09; 23/10; 20/11; 11/12 (quinta) |
Vespertino |
Prof. Sebastião
José Agnaldo Batista de Souza
Maria Solidade de Abreu
Adineuza Ribeiro da Silva |
Prof. João Freire
Soraia Almeida da Silva
Maria Zuleide de Souza Andrade
Adelma Santa Fé de Jesus |
GRUPO B – ALUNOS 2008.2 (iniciando 8º período)
- LETRAS (noturno)
PROFESSOR |
DATAS |
HORÁRIO |
David/João Freire |
30/09; 27/10; 17/11; 24/11; 08/12; 15/12 (seg) |
Noturno |
Glaydston Machado |
30/09; 27/10; 17/11; 24/11; 08/12; 15/12 (seg) |
Noturno |
Jaldemir Batista |
30/09; 27/10; 17/11; 24/11; 15/12 (seg) |
Noturno |
José Araújo Filho |
06/09; 04/10; 25/10?; 22/11?; 13/12? (sáb) |
Matutino/Vespertino |
Prof. David/Prof. João Freire
Manoel Araújo de Jesus Santos
Cristina de Santana Menezes
Josefa Edjane Santos Souza
Elaine Francisca
José Salomão dos Santos
Josefa Eliane Batista Santana
Natália Rivas Alonso de Oliveira
Rosivania dos Santos
Genilson Oliveira Ribeiro (aditivo) |
Prof. Glaydston
Anna Carina Gonçalves
Hortência Andrade
Riclécia Leal
Sara Greice
Gislene Reis de Matos
José Leandro Batista dos Santos
Renival Menezes dos Santos
Raline Neves de Santana
Vanuzia Vieira de Andrade
Claudiano Soares de Santana
Rejane da Silva Carvalho |
Prof. Jaldemir
Karina Sales Vieira
Fábio Leandro Andrade Ribeiro
Maria Leandra Brandão Santos
Rita de Kássia Oliveira de Andrade
Maria da Piedade Vieira de Andrade
Edna Kely Andrade Souza
Paulo Iomar Dantas Andrade |
Prof. Araújo
Josefa Eliane Batista Santana
Evencia Carvalho
Cristian Carvalho de Jesus
Mária Rúbia Matos
Mônica Carvalho Amado
|
- LETRAS (diurno)
PROFESSOR |
DATAS |
HORÁRIO |
Glaydston Machado |
05/09; 03/10; 07/11; 21/11; 05/12; 09/01* (sex) |
Vespertino |
João Freire |
05/09; 03/10; 07/11; 21/11; 05/12; 09/01* (sex) |
Vespertino |
Sebastião |
06/09?; 04/10?; 15/11; 06/12; 10/01* (sáb) |
Vespertino |
José Araújo Filho |
06/09; 04/10; 15/11; 29/11; 06/12; 10/01* (sáb) |
Matutino/Vespertino |
*A combinar com o professor.
Prof. João Freire
Alexsandro do Nascimento Ribeiro
Joseneide Santos de Jesus
Ozenilda Matos Santana
Maria Auzenir de Santana
Jucimária Ribeiro de Santana
Kelly Cristina Oliveira Passos Coelho
Adriana Santana de Matos
Ilton Antônio de Farias
Antonia Maria Macambira M. Batista
Marieta
Maria José Souza dos Santos
Aparecida Santana de Menezes |
Prof. Glaydston
João Alberto P. da Silva
Sueli Carvalho de Almeida
Solange Martins Passos
Érica Torres Estrela
Maria do Socorro Ribeiro de Sousa
Gisleandro Ribeiro Lima
Adriana dos Santos
Ione Sousa de Matos
Ariadna dos Santos
Maria das Dores Moura Nascimento
José Edio Ribeiro da Costa
Veraildes Araújo dos Santos |
Prof. Sebastião
Terezinha Aragão dos Santos
(Ver com o professor em que horário ficará)
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Prof. Araújo
Marli Conceição dos Santos
Luana Fonseca dos Santos
Ulises Neto Santos |
- O Prof. Araújo estará à disposição de seus orientandos (manhã e tarde), conforme ajuste de horários que fará com o grupo no dia 06/09. Portanto, seus alunos devem procurá-lo nessa data.
- Estudantes que, por alguma razão, não cadastraram o tema na reunião, enviar para oaci@infonet.com.br , em caráter de urgência.
- Verifiquem diariamente os horários, pois poderá haver alguma mudança.
- ADMINISTRAÇÃO
PROFESSOR |
DATAS |
HORÁRIO |
Carlos |
19/08; 02/09; 01/10; 04/11; 02/12; 06/01* (terça) |
Noturno |
Sílvia |
22/08; 05/09; 03/10; 07/11; 05/12; 09/01* (sexta) |
Matutino |
Rogério Reis |
23/08; 06/09; 04/10; 08/11; 06/12; 10/01* (sábado) |
Matutino |
*A combinar com o professor.
Prof. Carlos
Laiza Santa Rosa Matos Santos
Aline Rodrigues Gama
Regianna Ferreira Dias de Aquino
Iolanda Ribeiro de Souza
Marizete Felix Bomfim
Thiago Ribeiro de Andrade
Nailda Souza de Deus
Nathália de Santana Rabelo
Antonia Vieira de Souza
José Romário Pires dos Santos
Matusalen Silva Santana
Michele Almeida Santana
Roberto Viana Santos |
Profª. Sílvia
Evaristo de Almeida Silva
John Ribeiro de Carvalho
Elenilda Rabelo da Cruz
Alex Sandro Menezes Matos
José Leandro Andrade Santos
José Orlando Gama dos Santos
Regiane de Jesus Santana
Carlos Thiago Santos Silva
Raquel Gonçalves Nascimento
Marcelo Góis de Souza
Deijane Gama dos Santos
Manassés Santos de Carvalho (?)
Priscila Rafaela Oliveira Silva
Janisson Ribeiro Souza Santos |
Obs.: Os professores Carlos e Sílvia podem remanejar os alunos acima (para um ou para o outro), conforme linha de pesquisa da monografia dos inscritos, a fim de facilitar o trabalho de ambos e dos grupos. Outrossim, a Profª Sílvia e o Prof. Carlos verificarão os temas e direcionarão (por escrito) alguns alunos para o Prof. Rogério Reis, conforme calendário acima. Lembrando que alguns alunos fazem trabalhos de Administração em sintonia com a Informática.
Everton Tavares dos Santos
Charlene Santos do Nascimento
Ana Nery dos Reis Carvalho
Valdenora Vieira de Andrade
Uiara Reis Venceslau |
- PEDAGOGIA
PROFESSOR |
DATAS |
HORÁRIO |
Rodrigo Pereira |
22/08; 05/09; 03/10; 07/11; 05/12; 09/01* (sexta) |
Matutino |
José Araújo |
23/08; 06/09; 04/10; 08/11; 06/12; 10/01* (sábado) |
Matutino |
Rogério Reis |
23/08; 06/09; 04/10; 08/11; 06/12; 10/01* (sábado) |
Vespertino |
Rodrigo Pereira |
22/08; 05/09; 03/10; 07/11; 05/12; 09/01* (sexta) |
Noturno |
*A combinar com o professor.
Prof. Rodrigo (matutino)
Josefa Nilda Rabelo da Cruz
Edilânia Souza Silveira
Agenilda Borges de Menezes Andrade
Gildete de Jesus Souza
Elicleide Carvalho da Silva
Maurício Ramon dos Santos Oliveira
Marcone dos Reis Gama
João Batista dos Santos Bomfim
José da Silva Nobre Júnior
Célio Gonçalves |
Prof. Rodrigo (noturno)
Cledson Felício da Silva
Joselina Mercês O. Santos
Elizete Oliveira
Laiala Virgínia Carvalho Oliveira
José Roberto Xavier de Souza
Claudeci Santos Mota
Jilmara de Matos Menezes
Maria Aparecida S. Barbosa Andrade
Lucimar Batista Rosário Matos |
Prof. Rogério
Elizete Oliveira
Maria do Patrocínio Santos Dias (apresentar-se)
Eva Vilma Farias Santana
Carla Janine Pinheiro da Anunciação
Elizangela Silva dos Santos |
Prof. Araújo
Janine de Souza Lima
José Jardel de S. Santos
Maria Isabel de Matos
Maricélia Silva Miranda
Tiago Ferreira da Silva
Luciana Conceição Lima
José Moisés de Carvalho
Edneide Alves Guimarães
Aiane Rodrigues dos Santos |
Obs.: Casos extraordinários, dirigir-se ao Gabinete Adjunto da Diretoria.
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