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Flashes

Maria Bethânia e sua marcante trajetória na MPB
Novembro de 2008
Lino Corrêa*
Beber da fonte musical do canto de uma das nossas maiores intérpretes da MPB de todos os tempos, já seria um combustível que abastece minha alma, que busca, incessantemente, mergulhar nesse mar de musicalidade nobre. Agora, assistir e ser presenteado com o afago dessa nordestina brasileira, baiana que voa alto por onde canta e ecoa uma brasilidade tão fundamental nesses tempos de invasão alienante de sons, que, muitas vezes, desvirtuam nossa identidade, nossa raiz, tão indispensável para compreensão da nossa pátria, da nossa língua e do nosso sentir, é esplêndido. Por isso, essa foto que fizemos ao lado dessa “cantriz” é muito especial para aqueles que têm na veia esse prazer similar ao meu, e assim criamos essa parceria pela arte e cultura.
Que o povo brasileiro continue a estender, com a sua sensibilidade, o talento dessa guerreira que continua hipnotizando platéias seduzidas pela sua voz e por sua magia de nos fazer viajar na melodia de sua arte!
Ao lado da eterna Rainha do Chorinho, Ademilde Fonseca, e de sua filha e também cantora, Eimar Fonseca, fomos convidados a brindar a sua reestréia no consagrado show “Brasileirinho”, que mais uma vez lotou o Canecão com participações especiais de Miucha e Renata Sorrah. Assim, só nos resta dizer: Viva Maria Bethânia, por essa impecável trajetória na história da nossa MPB.
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*Ator, jornalista e modelo, entusiasta de cinema, teatro e televisão.
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REVISTA PERFIL É DESTAQUE ENTRE AS PUBLICAÇÕES
DE QUALIDADE QUE CIRCULAM NO ESTADO DE SERGIPE
Novembro de 2008
Rusel Barroso*
São 10 anos desde o 1º exemplar lançado em 26 de janeiro de 1998. Esse mimo com o leitor significa respeito e dedicação ao trabalho com um único objetivo - o de oferecer o melhor à sociedade sergipana.
Passos semelhantes foram ensaiados, na mesma década, em Lagarto, com a abnegação de Floriano Fonseca, a quem pediremos um relato no futuro. Contudo, vale ressaltar que, manter uma revista de alto padrão não é tarefa fácil, sobretudo em um estado cuja atenção maior ainda se volta aos inúmeros jornais que circulam pelos municípios. Não obstante, a equipe da revista deve continuar por essa vereda, mantendo esse perfil tão singular, sempre em busca da qualidade, sem perder de vista a notícia com veracidade e a divulgação de eventos relevantes para a coletividade. Acreditamos que o maior diferencial dessa publicação é a sua alegria de apresentar as coisas positivas que também acontecem em Sergipe. Lamentavelmente, alguns ainda pensam que os brasileiros somente se interessam por leituras bizarras e catastróficas. Ledo engano, se essa é a prática em outros lugares, aqui esse tempo é pretérito e os grandes escritores sabem, e muito bem, que é possível mostrar os dois lados da moeda com a mesma riqueza de conteúdos, e isso a Perfil tem feito, com melhoramentos, ao longo de sua existência.
Como lagartenses, nós que fazemos o Memorial Lagarto on-line, parabenizamos o companheiro da ASI, Claudefranklin Monteiro, integrante da equipe, em cujo nome cumprimentamos a todos os articulistas e colaboradores desse conceituado veículo de comunicação.
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*Professor universitário, escritor e pesquisador, membro da Associação Sergipana de Imprensa
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Defensor Público, Joaquim Prata Souza, recebe homenagem da OAB/SE pelos
relevantes serviços prestados à sociedade no exercício de sua profissão
Outubro de 2008
Durante a VI Conferência Estadual dos Advogados, marcada por duas expressivas homenagens que a OAB/SE fez à advocacia sergipana, o defensor público Joaquim Prata Souza foi eleito Patrono do Evento. Com mais de 30 anos de exercício advocatício no interior do Estado e 20 anos na condição de Defensor Público, Joaquim Prata mostrou-se com singeleza, dizendo acreditar que aquela iniciativa estaria relacionada à amizade que sempre cultivou à OAB/SE. Em seu pronunciamento, Prata agradeceu a homenagem e disse: "É um momento precioso da minha vida. Tenho feito da advocacia, o meu sacerdócio. O advogado é figura excepcional e exponencial na defesa dos direitos humanos".

O presidente da entidade, Henri Clay Santos Andrade, fez questão de adverti-lo que a homenagem estaria relacionada à competência, conduta, ética e reputação ilibada do Defensor Público. "Eis um homem de alma elevada. É um prestígio tê-lo como amigo", enalteceu o presidente da OAB/SE. "Sinta-se legitimado não só pela OAB/SE, mas pela advocacia, por sua trajetória de honradez e compromisso social", complementou Henri Clay.
No evento, também recebeu homenagem com a Medalha Tributo Institucional o Advogado José Francisco Rocha, que completa 51 anos de exercício profissional e, aos 82 anos, continua advogando com o mesmo vigor.

Familiares do homenageado

Joaquim Prata e sua conterrânea Emília Corrêa
Homenageado ladeado de colegas de profissão
Fontes:
OAB/SE
Jornal do Dia
Fotos:
Sérgio Silva Foto e Vídeo Ltda.
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Prêmio Iberoamericano
30.10.2008
LagartoNet
O professor Josué Mello, lagartense, foi premiado com o Troféu de Honra à Excelência Educativa, o título de Mestre em Gestão Educativa de Iberoamérica, o título de 'Doutor Honoris Causa' de Iberoamérica e as devidas condecorações de honra pelos seus mais de 40 anos dedicados à educação.
A premiação aconteceu durante a realização do IV Congresso Iberoamericano - Formando seres humanos prósperos, saudáveis e felizes. O evento, considerado o mais importante encontro acadêmico anual, em que expoentes da educação de 22 países se reúnem para compartilhar conhecimentos, experiências e resultados de investigações e estudos que serão base para construir o novo Sistema Educativo Iberoamericano.
O IV Congresso, que aconteceu de 5 a 9 de agosto de 2008, no Hilton Colon Guayaquil Hotel, no Equador, e o V Prêmio Prêmio Iberoamericano de Honra à Excelência Educativa contam com o apoio da Unesco, Educación para la paz y la comprensión internacional (Argentina), The City University of New York (Estados Unidos), Secretaria de Estado de Educación Superior y Tecnologia (República Dominicana), Colégio de Doctores en Educación (Peru), Ministerio de Educación (México), entre outras instituições renomadas.
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Colaborador
Arivaldo Bezerra
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Déda e a sucessão de Lula
05.10.2008
Cláudio Núnes*
Numa roda de executivos, jornalistas e publicitários, no restaurante Garcia e Rodrigues, no Leblon, no Rio, a conversa examinava animadamente a eleição presidencial de 2010. Serra, Aécio ou Dilma? As apostas estavam polarizadas até que chegou a vez do jornalista Theotônio Neto manifestar a sua opinião. E na opinião do diretor de marketing da Duda Mendonça, nenhum dos três. O nome certo é do governador Marcelo Déda.
A surpresa inicial da mesa foi cedendo diante dos seus argumentos: Se Déda fosse governador de um Estado com maior densidade eleitoral, ninguém ousaria discutir essa possibilidade. Mas, longe de ser uma desvantagem, o fato de ser governador de Sergipe - foi explicando Theotônio - o credencia ainda mais. O Estado avança, os índices econômicos e sociais são os melhores do Nordeste, a gestão pública é eficiente, transparente, participativa e a Capital, Aracaju, é a cidade com a melhor qualidade de vida do Brasil.
Recorrendo às informações privilegiadas das pesquisas qualitativas às quais tem acesso, Theotônio foi compondo o que seria o perfil ideal do sucessor do presidente Lula: moral inatacável, histórico político respeitável, recursos intelectuais acima da média, magnetismo pessoal, poder de comunicação, bom trânsito congressual e partidário, reconhecida capacidade de trabalho e plena identificação com a linha social do presidente Lula.
A defesa intransigente dos interesses do Nordeste e a excelente relação que possui com governadores e outras lideranças conferem ao Governador de Sergipe uma imagem representativa da Região. Para Theotônio, isso dá a Marcelo Déda uma densidade eleitoral de dimensões nacionais. Daí em diante seria necessário apenas transformar a idéia em projeto político. O Déda, com articulação estratégica em curso e maior visibilidade na mídia logo estaria muito próximo do figurino presidenciável exigido pelos eleitores brasileiros. Suas medidas são bem mais ajustáveis que as de Serra, Aécio, Dilma e outros pretendentes - concluiu o jornalista sergipano.
Antes que os demais presentes voltassem ao debate á luz dos novos argumentos, um executivo de Belo Horizonte tomou a iniciativa e avisou mineiramente aos navegantes: "Aécio presidente, Déda Vice. Pronto. E não se fala mais nisso". Para desapontamento de paulistas e cariocas, chegou a comida e o acordo preliminar foi fechado na hora. "Mas, ainda vamos inverter essa pirâmide", registrou Theotônio, antes das primeiras garfadas, marcando um segundo turno de negociações para a semana que vem.
*Desde maio de 2006, tem um blog no Portal Infonet. Atua no jornalismo de Sergipe há mais de 15 anos, passando pela Gazeta de Sergipe, Jornal da Manhã, Diário de Aracaju, TV Sergipe e Jornal do Dia. (Matéria extraída do Portal Infonet).
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A FILA
01.10.2008
Milton Oliveira*
Recentemente, as artistas plásticas de São Paulo, Gigi Manfrinato e Sandra Lee, premiaram os sergipanos com uma exposição de 18 bonecos, em tamanho humano natural, confeccionados à base de papel, cola, fibra de vidro e gesso. A Fila - título atribuído à exposição - que ficou um mês no Shopping Jardins, em Aracaju (SE), retratava as diversas situações de um grupo totalmente democrático, onde punks, mocinhas românticas, senhoras de idade, desocupados e bêbados conviviam em pé de igualdade. O que mais chamava à atenção dos que ali paravam, era a figura do bêbado, caído ao chão, um cigarro na mão, vigiado pelo seu melhor amigo - o cachorro, resgatando um velho dito popular: mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro.
Essa analogia é para retratar cenas comuns no cotidiano das pessoas, principalmente no que tange aos idosos e aos portadores de cuidados especiais. O respeito pelas pessoas da melhor idade (metáfora para amenizar o termo "velhos") não existe mais. É comum seus espaços serem invadidos por jovens, ou pessoas adultas, que se fazem de desentendidos em benefício da própria comodidade. Nos estacionamentos reservados a essas pessoas, o que se vê é um total desrespeito. É preciso, de vez em quando, intervenção das autoridades de trânsito no sentido de chamar à atenção pela falta de educação dessa gente que pensa que não vai envelhecer. Pura comodidade, já que as vagas reservadas para os idosos e deficientes físicos, ficam em pontos estratégicos.
A gente andando pelas ruas vê coisas absurdas: motoristas jogando pelas janelas de seus automóveis materiais plásticos (copos, sacolas, garrafas de refrigerantes). E são pessoas de um bom padrão sócio-econômico-financeiro, mas sem nenhuma educação. Uma certa vez, dirigindo na Avenida Beira-mar, em Aracaju, no sentido praia, o motorista do veículo que ia à minha frente jogou um coco pela janela, e quase que atingiu meu carro, provocando um acidente. E nas praias! Verdadeiros absurdos. Pode-se ver de tudo: fraldas descartáveis, coco, camisinha, resíduos de despachos (galinha preta, vaso de cerâmica, garrafas de vidro), material plástico, móveis e utensílios...
Essa aconteceu comigo. Estava na fila do estádio Lourival Baptista (Batistão), para assistir ao jogo Confiança e ASA (de Alagoas) e, de repente, se aproximou um garoto que tinha a idade de ser meu filho, na maior cara-de-pau, cortou a fila na minha frente e cruzou a roleta. Deveria ter uns 90 quilos, com quase dois metros. Claro que eu não ia trombar com ele, mas se eu fosse abordado pelo infrator, só diria que os meus direitos ainda estavam em curso. Nesse caso A Fila deixou de ter o caráter democrático, pois as pessoas preferem o individualismo em benefício próprio e esquecem, ou não foram educadas para isso, que o direito de um começa quando termina o do outro.
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*Funcionário aposentado do Banco do Brasil
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